Proibir uso das pulseiras do sexo é a solução?
Esse já é um fato manjado e que todo mundo comenta, mas o interessante é que as “iniciativas” para combater o problema são sempre as mesmas. E por ser algo já muito comentado, não falar mais nada a não ser minha opinião (um mero e humilde “achismo”)
Pulseiras coloridas, sendo de silicone ou não, conheço desde meu tempo de criança, e olha que já sou adulto há um bom tempo, mas essa moda de pulseira do sexo não passa de um modismo bobo de adolescentes alienados pelo nosso defasado sistema social, político e educacional. Aí, para fazer essa corrente perder força, o que os órgãos competentes (políticos ou não) estão fazendo para combater? Pelo que tenho lido nos jornais ou assistido pela televisão, estão proibindo a venda, proibindo o uso nas escolas, ruas, igrejas e até onde Judas perdeu as botas (e por aí vai!). Tem gente até dizendo que essas pulseirinhas são invenções do anjinho mal com o intuito de destruir a conduta dos bons cidadãos (pode ser verdade, mas é engraçado… hahahaha).
Mas esses tipos de estratégias de proibição do uso não passam de meros paliativos e que, até servem para atiçar a criatividade deturpada da juventude, que logo inventará uma nova forma de manifestar sua opinião ou seus modismos de pensamentos.
Então não adianta proibir, pois, como anda o mundo, as vezes pode até aparecer uma nova moda ainda mais perversa que essa. Então a melhor forma de combater as pulseiras do sexo não é proibindo o uso, mas sim educando melhor nossa sociedade.

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