Homem é Flagrado sem Impressão Digital
Essa impressão que faltava é a impressão digital!
Ontem, 26 de maio, uma história curiosa apareceu publicada nos Anais de Oncologia de “não sei aonde”. O médico responsável pela história foi o malaio Tan Eng Huat que mencionou que um de seus pacientes, hoje com 62 anos, desenvolveu um grave câncer na cabeça e pescoço que acabou se alastrando pelo resto do corpo, mas miraculosamente, o organismo do paciente respondeu bem à quimioterapia conseguindo adquirir uma regressão fantástica da doença.
Para evitar a reincidência da doença, Huat receitou ao paciente o uso da droga chamada capecitabina (será que isso não é coisa do capeta?) e como muitos remédios alopáticos, a droga pode apresentar como um de seus efeitos colaterais uma inflamação nas palmas das mãos e pés causando o desaparecimento das impressões digitais. Ninguém sabe ainda ao certo a frequência desse problema, nem quando aparece aos usuários do remédio.
Em dezembro de 2008, após 3 anos de tratamento e quase “zero bala”, nosso amigo paciente decidiu ir passear na terra do Tio Sam para visitar parentes, mas ao chegar ao aeroporto, a segurança deteve nosso amigo, pois não conseguia visualizar suas impressões digitais. O estresse durou pouco mais de 4 horas e a segurança acabou liberando nosso amigo paciente após averiguar que não se tratava de mais um perigo aterrissando em solo estadunidense.
Como consequência, o Dr Huat recomenda a todos os pacientes que fazem uso da capecitabina (será que isso não é mistura de capeta com carabina?) a levarem junto com seus passaportes uma declaração médica explicando a situação sempre que forem aos EUA, acho que esse tipo de cuidado deve ser interessante ser pensado em qualquer tipo de viagem internacional, mesmo que seja para ir comprar muambas no Paraguai.

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