
A ex-Gripe suína, com o atual nome de Gripe A, transmitida pelo vírus Influenza A (H1N1), que é uma mutação da mistura dos vírus da gripe suína com a humana e com a das aves, se iniciou no norte do México causando uma epidemia com grande potencial de se alastrar pelo mundo e virar uma pandemia, etc, etc, etc….
Isso não é mais novidade para ninguém…
Segundo pesquisadores britânicos, a Gripe A tenderá a afetar cerca de uma pessoa em cada três no mundo, mas não será tão devastadora quanto epidemias anteriores de gripe como a espanhola de 1918 e a suína de 1957. Será?
Mas o que é interessante comentar são as condições que estão levando essa doença a deixar de ser uma epidemia e se tornar uma pandemia.
OBS: Para quem não sabe, epidemia, embora seja grave, é a contaminação de alguma doença apenas a nível local e pandemia é uma contaminação de alguma doença a nível mundial.
Se formos nos lembrar da história medieval, lembramos que ocorreu um episódio com a Peste Bubônica que matou cerca de um terço da população mundial, e olha que naquele tempo, um terço (cerca de 75 milhões de pessoas) era muita gente em se tratando do número de habitantes que existiam no mundo naquela época; ou da Gripe espanhola de 1918 que também gerou uma grave pandemia matando 50 milhões de pessoas.
Segundo relatos, todas as epidemias começam com uma certa força, dão uma pequena trégua e voltam ainda com mais força e é essa a etapa realmente preocupante.
De negativo, o mundo atual tem a grande malha de transporte que pode levar e trazer pessoas de qualquer região do globo em relativamente pouco tempo promovendo um contágio em dimensões nunca vistas pela história da humanidade, mas por outro lado, na questão positiva, nossos avanços tecnológicos podem favorecer o aparecimento de tratamentos eficientes. Mas aí está a questão: quem será o mais forte, o vírus ou o conhecimento do homem?
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